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O formato do ASP SuperSurf Master, que começou o evento principal essa manhã no Arpoador, poderia servir de modelo para outras competições. É muito legal saber que aquele cara que você quer ver surfando não irá embora caso perca a primeira bateria. É uma forma de show interessante e penso até que mais justa, já que todos os competidores se enfrentam e todos surfam em diferentes momentos do mar.

RELAX, MAS LEVANDO A SÉRIO
A energia desse evento é completamente diferente do clima de competição do universo em que esses atletas viveram como profissionais. Mesmo assim o instinto competitivo aflora na hora do vamos ver. O bi-campeão mundial WQS (92/99), com vitórias em etapas pelo mundo e, no WCT, inclusive o título do Rip Curl Pro Landes 94, quando venceu Slater em uma final histórico nas direitas perfeitas na praia de Hossegor, Flávio “Teco” Padaratz, por exemplo, na primeira bateria do dia acabou colando em Richard Lovett nos minutos finais. Richard ainda comentou: “Agora não é mais assim”, Teco respondeu: “cara, se eu perder essa bateria vou ficar irado”. Teco venceu, assim como Herdy na segunda disputa, onde Gary Elkerton ficou na quarta colocação com sua prancha cheia de canaletas. Sim, ele continua adepto das canaletas, desde quando disputava o título com Curren na temporada 86/87 ou na temporada seguinte, quando perdeu o título mundial por uma mísera onda para Damien Hardman, no evento final de 87/88.





Resultado da baterias da primeira fase do Master – 36 a 49 anos:
1.a: Flavio Padaratz (BRA) 12.00, Richard Lovett (AUS) 10.65, Rob Bain (AUS) 8.40, Barton Lynch (AUS) 8.25
2.a: Guilherme Herdy (BRA) 14.10, Richie Collins (EUA) 11.75, Brad Gerlach (EUA) 10.10, Gary Elkerton (AUS) 8.05
3.a: Victor Ribas (BRA) 13.25, Kaipo Jaquias (HAV) 11.00, Jojó de Olivença (BRA) 10.20, Derek Ho (HAV) 9.00
4.a: Shea Lopez (EUA) 13.05, Renan Rocha (BRA) 10.75, Tom Curren (EUA) 9.65, Jake Paterson (AUS) 9.35
5.a: Mark Occhilupo (AUS) 13.65, Fabio Silva (BRA) 13.30, Fabio Gouveia (BRA) 12.55, Marty Thomas (EUA) 4.55
6.a: Nathan Webster (AUS) 13.60, Luke Egan (AUS) 12.50, Peterson Rosa (BRA) 11.95, Ricardo Toledo (BRA) 10.60
Segunda fase da categoria Master mostra a dinâmica dos diferentes confrontos:
1.a: Barton Lynch (AUS), Peterson Rosa (BRA), Shea Lopez (EUA), Guilherme Herdy (BRA)
2.a: Gary Elkerton (AUS), Fabio Gouveia (BRA), Kaipo Jaquias (HAV), Richard Lovett (AUS)
3.a: Derek Ho (HAV), Jake Paterson (AUS), Richie Collins (EUA), Renan Rocha (BRA)
4.a: Tom Curren (EUA), Victor Ribas (BRA), Flavio Padaratz (BRA), Jojó de Olivença (BRA)
5.a: Mark Occhilupo (AUS), Brad Gerlach (EUA), Nathan Webster (AUS), Ricardo Toledo (BRA)
6.a: Luke Egan (AUS), Rob Bain (AUS), Marty Thomas (EUA), Fabio Silva (BRA)
[quero ver Curren e Gouveia na mesma bateria]
A primeira fase da categoria Grand Master será assim:
1.a: Shaun Tomson (AFR), Hans Hedemann (HAV), Buzzy Kerbox (HAV), Daniel Friedman (BRA)
2.a: Wayne Bartholomew (AUS), Glen Winton (AUS), Peter Townend (AUS), Iain Buchanan (NZL)
3.a: Michael Ho (HAV), Simon Anderson (AUS), Ian Cairns (AUS), Lula Menezes (BRA)
4.a: Cheyne Horan (AUS), Terry Richardson (AUS), Terry Fitzgerald (AUS), Zé Alla (BRA)

SIM, SIM… o evento está sendo transmitido pela web, clique aqui. No domingo a ESPN, além de todos os flashes e notícias durante a semana, vai transmitir as finais.
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EdiMilk

Essa manhã Herdy destruiu as valinhas do Arpoador para vencer sua primeira bateria.
Crédito da imagem: Newsphoto
É assim. Os 24 atletas da master são divididos em 6 baterias, em cinco rounds diferentes. As baterias mudam de configuração a cada round onde o vencedor ganha 10 pontos, o 2º colocado 7, o terceiro 4 e o 4º 1 ponto. No fim dos 5 rounds, os oito com a maior pontuação disputarão no formato homem X homem até a final. A categoria Grand Masters [acima de 50 anos] tem o mesmo formato, só que com apenas 12 atletas. Assista ao video:Crédito da imagem: Newsphoto
As lendas do surf no Arpex
RELAX, MAS LEVANDO A SÉRIO
A energia desse evento é completamente diferente do clima de competição do universo em que esses atletas viveram como profissionais. Mesmo assim o instinto competitivo aflora na hora do vamos ver. O bi-campeão mundial WQS (92/99), com vitórias em etapas pelo mundo e, no WCT, inclusive o título do Rip Curl Pro Landes 94, quando venceu Slater em uma final histórico nas direitas perfeitas na praia de Hossegor, Flávio “Teco” Padaratz, por exemplo, na primeira bateria do dia acabou colando em Richard Lovett nos minutos finais. Richard ainda comentou: “Agora não é mais assim”, Teco respondeu: “cara, se eu perder essa bateria vou ficar irado”. Teco venceu, assim como Herdy na segunda disputa, onde Gary Elkerton ficou na quarta colocação com sua prancha cheia de canaletas. Sim, ele continua adepto das canaletas, desde quando disputava o título com Curren na temporada 86/87 ou na temporada seguinte, quando perdeu o título mundial por uma mísera onda para Damien Hardman, no evento final de 87/88.

Teco não dá mole, nem de brincadeira. Crédito da imagem: ASP/Cestari

Se Occy está surfando assim nas merrecas, espere o mar subir. Crédito da imagem: ASP/Cestari

Meio de semana, mesmo assim, todo mundo queria ver esses caras. Crédito da imagem: Minduim

Occy, com uma prancha 2 polegadas menor do que usa normalmente, venceu o soltíssimo Fabio Silva. Crédito da imagem: EdiMilk

Fabio Silva, um master que manda aéreo rodando. Crédito da imagem: EdiMilk
Outro ponto interessante desse evento é a possibilidade de mais gente tomar contato com a história do surf profissional mundial e seus personagens. O SuperSurf Master teve apenas um round nas ondinhas lisas do Arpoador nessa manhã do primeiro dia de janela que vai até domingo.Resultado da baterias da primeira fase do Master – 36 a 49 anos:
1.a: Flavio Padaratz (BRA) 12.00, Richard Lovett (AUS) 10.65, Rob Bain (AUS) 8.40, Barton Lynch (AUS) 8.25
2.a: Guilherme Herdy (BRA) 14.10, Richie Collins (EUA) 11.75, Brad Gerlach (EUA) 10.10, Gary Elkerton (AUS) 8.05
3.a: Victor Ribas (BRA) 13.25, Kaipo Jaquias (HAV) 11.00, Jojó de Olivença (BRA) 10.20, Derek Ho (HAV) 9.00
4.a: Shea Lopez (EUA) 13.05, Renan Rocha (BRA) 10.75, Tom Curren (EUA) 9.65, Jake Paterson (AUS) 9.35
5.a: Mark Occhilupo (AUS) 13.65, Fabio Silva (BRA) 13.30, Fabio Gouveia (BRA) 12.55, Marty Thomas (EUA) 4.55
6.a: Nathan Webster (AUS) 13.60, Luke Egan (AUS) 12.50, Peterson Rosa (BRA) 11.95, Ricardo Toledo (BRA) 10.60
Segunda fase da categoria Master mostra a dinâmica dos diferentes confrontos:
1.a: Barton Lynch (AUS), Peterson Rosa (BRA), Shea Lopez (EUA), Guilherme Herdy (BRA)
2.a: Gary Elkerton (AUS), Fabio Gouveia (BRA), Kaipo Jaquias (HAV), Richard Lovett (AUS)
3.a: Derek Ho (HAV), Jake Paterson (AUS), Richie Collins (EUA), Renan Rocha (BRA)
4.a: Tom Curren (EUA), Victor Ribas (BRA), Flavio Padaratz (BRA), Jojó de Olivença (BRA)
5.a: Mark Occhilupo (AUS), Brad Gerlach (EUA), Nathan Webster (AUS), Ricardo Toledo (BRA)
6.a: Luke Egan (AUS), Rob Bain (AUS), Marty Thomas (EUA), Fabio Silva (BRA)
[quero ver Curren e Gouveia na mesma bateria]
A primeira fase da categoria Grand Master será assim:
1.a: Shaun Tomson (AFR), Hans Hedemann (HAV), Buzzy Kerbox (HAV), Daniel Friedman (BRA)
2.a: Wayne Bartholomew (AUS), Glen Winton (AUS), Peter Townend (AUS), Iain Buchanan (NZL)
3.a: Michael Ho (HAV), Simon Anderson (AUS), Ian Cairns (AUS), Lula Menezes (BRA)
4.a: Cheyne Horan (AUS), Terry Richardson (AUS), Terry Fitzgerald (AUS), Zé Alla (BRA)

A primeira vez que falei com Cheyne Horan foi aqui no Arpoador, em 1982. Em 1978, ele e Peter Townend disputaram a final do “Waimea 5000”, na Praia do Diabo. Cheyne, com apenas 18 anos, conquistou a primeira vitória da sua carreira. Naquela temporada os australianos reafirmaram sua supremacia no surf mundial e Wayne “Rabbit” Bartholomew foi o campeão mundial. Crédito da imagem: EdiMilk
SIM, SIM… o evento está sendo transmitido pela web, clique aqui. No domingo a ESPN, além de todos os flashes e notícias durante a semana, vai transmitir as finais.
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EdiMilk




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